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Política

Bolsonaro participa de promulgação da PEC dos Benefícios

 Publicado dia .14/07/2022

O presidente Jair Bolsonaro (PL) participou nesta 5ª feira (14.06.2022) da promulgação da proposta de emenda à Constituição que amplia o valor do Auxílio Emergencial de R$ 400 para R$ 600. A validação da PEC foi realizada em sessão do Congresso Nacional, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Bolsonaro estava acompanhado dos ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), além do deputado Otoni de Paulo (MDB-RJ).

Com a promulgação da emenda constitucional, que decreta o estado de emergência, o Auxílio Brasil de R$ 600 começará a ser pago em agosto para os já inscritos no programa. O vale gás dobrado no valor de R$ 120 também será automaticamente repassado a cada dois meses para quem já recebia a ajuda financeira. Já o voucher de R$ 1.000 será pago para os caminhoneiros autônomos inscritos na Agência Nacional de Transportes Terrestres até o dia 31 de maio deste ano. Os taxistas também vão receber uma ajuda financeira. Caberá ao governo definir as regras sobre os profissionais que terão direito e como será pago o voucher aos caminhoneiros e taxistas. O senador Marcos Rogério, do PL de Rondônia, afirmou que o calendário dos pagamentos será divulgado em breve.  

Sobre o auxílio Brasil e o vale gás ficam a cargo do Ministério da Cidadania. E o Ministério ainda não divulgou oficialmente o calendário de pagamento. Esse calendário deve sair em breve com todas as informações detalhadas sobre o pagamento. Em relação aos caminhoneiros e aos demais beneficiários no transporte, essa situação ficará a cargo do Ministério da infraestrutura e também ainda não foram divulgados.

Não há nenhuma dúvida de que o objetivo do presidente da República é tentar utilizar as medidas que acompanham essa Emenda para tentar reverter o quadro eleitoral que lhe é profundamente desfavorável. Até porque durante todo o governo ele não apresentou nada que tivesse uma preocupação social. A vida inteira ele votou como parlamentar contra o Fundo de Combate à Pobreza e agora apresenta essas propostas que também só valem até o final do ano. E as pessoas depois no final do ano, como ficarão?

A proposta também prevê repasses de R$ 2,5 bilhões da União para estados e municípios garantirem a gratuidade no transporte para idosos. Também está previsto um reforço de R$ 500 milhões para o programa Alimenta Brasil, que adquire alimentos de agricultores familiares e que são distribuídos para famílias pobres. A agora Emenda Constitucional ainda reserva R$ 3,8 bilhões para incentivos ao etanol para tornar o álcool mais vantajoso do que a gasolina. O governo vai gastar mais de R$ 41 bilhões com os benefícios até o final do ano.


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